quarta-feira, 24 de setembro de 2008


Poema atribuído a Auta de Souza, pós morte!
CARTA ÍNTIMA
(Auta de Souza)


Escuta, meu irmão!
Pelo caminho
Da miséria terrestre há muitas dores;
Muito fel, muita sombra, muito espinho,
Entre falsos prazeres tentadores.

Há feridas que sangram…
Há pavores
De órfãos sem lar, sem pão e sem carinho:
Confortemos os pobres sofredores,
Almas saudosas do Celeste Ninho!

Jesus há de sorrir com o teu sorriso,
Quando faças no mundo o bem preciso,
Pelo que sofre em desesperação.
Todo o bem que plantares nessa vida,

Há de esperar tua alma redimida
Nos caminhos de luz e redenção!

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